Luís da Câmara Cascudo, historiador e folclorista natalense, nome conhecido mundialmente, tem sua vida e obra representada em uma exposição, permanente, que ocupa cinco salas do edifício. O prédio construído em 1875 (NESI, 1994), abrigou a Tesouraria da Fazenda, a Delegacia Fiscal (1952 a 1955) e o Quartel General da 7ª R.M do Exército (1955 a 1977). Desde 1987 o edifício de estilo neoclássico obriga do Memorial Câmara Cascudo, sendo reconhecido como Patrimônio Histórico Estadual em 30.08.1989.

O Memorial além de guardar a memória do maior intelectual potiguar, segundo Diógenes da Cunha “um brasileiro feliz”, tem um rico acervo da cultura do povo nordestino. Com entrada franca, o Memorial Câmara Cascudo está aberto de terça a domingo das 8h às 18h.

MONUMENTO À CÂMARA CASCUDO

Localizado em frente ao memorial dedicado ao renomado intelectual norte-riograndense, o projeto é de autoria do arquiteto Sami Elali, vencedor de concurso público. O mestre, em bronze, tamanho natural, sobre a palma de uma mão de concreto. Inaugurado no dia 10 de fevereiro de 1987. A estátua é obra da fundição Zanini, do Rio de Janeiro, e a mão simbolizando o carinho do povo potiguar, foi executado pelo artista plástico Dorian Gray (ONOFRE Jr. , 2002,p.78). O monumento a Câmara Cascudo é uma justa homenagem ao escritor, etnógrafo, folclorista, historiador, jornalista e professor, um dos ícones da cultura brasileira.

Localizado próximo a Praça André de Albuquerque, marco zero de Natal, compõem com outras edificações, o conjunto arquitetônico, mais antigo da cidade.