Localizada no bairro Cidade Alta, caracteriza-se por ser o ponto central da cidade. Esta no corredor cultural, tem na sua vizinhança várias edificações de grande valor histórico. Berço da cidade, foi Rua Grande e Praça da Matriz. Com sua planta retangular, abriga além de passeios e árvores centenários, um coreto que relembra os tempos de outrora. Na década de 1960 funcionava na praça a “Galeria do Povo”, espaço aberto, destinado a divulgação de novos artistas plásticos, democratizando o acesso de todos a cultura. Logo após o golpe militar de 1964, a Galeria do Povo foi fechada.

Homenagem a André de Albuquerque, líder do movimento de 1817 no Rio Grande do Norte, membro da elite colonial. Segundo Cascudo (1999, p.177), André de Albuquerque é um herói ritual de nossa história, fazendeiro rico dono de Cunhaú, faustoso, senhor de centos escravos. Contra o poder colonial português participou do movimento de 1817, na defesa da independência de Capitanias do Nordeste (MONTEIRO, 2000). Nosso herói morreu no calabouço da Fortaleza dos Reis Magos, ferido por espada no dia 25 de abril de 1817, não resistiu aos ferimentos faleceu no dia 26 de abril de 1817.

Localiza se na Praça André de Albuquerque o marco zero da cidade, este monumento foi erguido em homenagem aos potiguares, Padre Miguelinho e André de Albuquerque, que tiveram destacada participação na chamada Revolução Pernambucana de 1817.

A coluna dos Mártires foi entregue a população de Natal em 12 de junho de 1917, conforme Onofre Jr. (2002, p.78).

Construído de uma coluna de granito de cinco e meio metros de altura, sobre um pedestal, com inscrições em placa de bronze. Este monumento é uma justa homenagem, aos norte-rio-grandenses participantes do movimento Republicano de 1817. Segundo a historiadora Monteiro (2000): A principal característica do movimento de 1817 foi a oposição ao sistema colonial português e sua proposta fundamental era proclamação das capitanias do Nordeste. Este é um monumento que expressa uma parte de nossa história.